Para Gostar de Ler a História da Química - Volume 2

Robson Fernandes de Farias
Do ponto de vista das propostas da nova LDB, de um ensino integrado, contextualizado, crítico etc., estimulando-se a exploração dos chamados "temas transversais", o conhecimento, por parte do professor, da história da Ciência que pratica torna-se imprescindível. Sem tal conhecimento, como realmente integrar e contextualizar os conteúdos ensinados? Do ponto de vista de uma proposta-abordagem "construtivista" para o ensino de Química, uma perspectiva histórica é também fundamental. Para chegar-se ao futuro, não raras vezes, é preciso recorrer ao manancial inesgotável de experiências legadas pelo passado: a História.
2a edição
Revisada
Março/2013
R$36,00
Preço de capa
978-85-7670-199-6
ISBN
108
Páginas
14 x 21 cm
Formato
Português
Idioma
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Exclusivo para Professores

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Sumário

Prefácio

Introdução

1. O Atomismo de John Dalton
2. A Cocaína e a Coca-Cola; Theodor Schwann, a Pepsina e a Pepsi
3. Estrutura da Matéria
4. Humphry Davy e o Óxio Nitroso
5. Svante August Arrhenius
6. Lewis e a Ligação Química
7. Paracelso, Napoleão, a Química do Arsênio e a Iatroquímica
8. Breve Histórico da Presença Inorgânica na Nutrição e na Medicina
9. Scheele e o Oxigênio
10. “The Hydrogen Men”: Cavendish e Urey
11. Neil Bartlett e Um Gás Nobre
12. Robert Wilhelm Bunsen
13. A Química na Agricultura: breve histórico
14. O Ácido Pícrico e as Guerras Mundiais
15. Um Pouco da História Viva da Química no Brasil: Ricardo Ferreira em seis perguntas

Bibliografia

Orelha

O conhecimento da história da ciência possibilita - a professores, alunos e processo de ensino|aprendizagem - discorrer sobre conteúdos da Química - respeitados os pré-requisitos e complexidade -, de maneira mais envolvente e fecunda, frequentemente, levando-nos a redescobertas.
O conhecimento histórico deve ser trabalhado de forma a contribuir para o processo de investigação sobre o mundo e não, apenas, um conjunto de informações que se memoriza.
Quando olhamos as propostas da nova LDB - que indica um ensino contextualizado, estimulando a exploração de “temas transversais” - encontramos, no conhecimento da história das ciências, um esteio para tais objetivos.
Com demasiada frequência, nós professores, insistimos mais nos produtos do que nos processos de aprendizagem das ciências. O processo ensino|aprendizagem, por intermédio de indagação, é mais difícil, porém, muito mais compensador do que a simples memorização.
Assim, apresentamos a coleção Para Gostar de Ler a História da Química com a certeza de sua contribuição.

Não é possível programar um futuro
melhor sem considerar a evolução
histórica dos processos e da existência, seja para o indivíduo, para as comunidades
ou para o próprio planeta.

O editor

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