Introdução à Química Forense

Robson Fernandes de Farias

A Química Forense não está apenas vinculada a ocorrências policiais. Embora esta seja a primeira associação que nos vem à mente, ao pensarmos em Química Forense, é preciso saber que a aplicação dos conhecimentos da Química para subsidiar decisões de natureza judicial ocorre em outras esferas, tais como questões trabalhistas (atividades perigosas ou insalubres), questões relativas ao meio ambiente, dentre outras. Assim, o químico forense não tem como prever quais situações especificamente irá encontrar em um determinado dia de trabalho, restringir seus conhecimentos unicamente aos da Química Analítica é também um erro de julgamento.

4a edição
Revisada e Ampliada
Novembro/2017
R$52,00
Preço de capa
978-85-7670-279-5
ISBN
160
Páginas
16 x 23 cm
Formato
Português
Idioma
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Exclusivo para Professores

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Sumário

Prefácio à 4º edição

Introdução

Capítulo 1
Química Forense: natureza e propósitos

Capítulo 2
Química Forense: breve histórico

Capítulo 3
Fundamentos de Criminalística para a Química Forense

Capítulo 4
Fundamentos de Farmacologia e Toxicologia para a Química Forense

Capítulo 5
Química Forense: métodos clássicos e instrumentais

Capítulo 6
A Química Forense na Identificação Humana

Capítulo 7
Química Forense, Incêndios e Explosivos

Capítulo 8
Química Forense e Balística

Capítulo 9
Alguns Experimentos em Química Forense

Capítulo 10
Química Forense em Papel, Tintas, Fibras e Metalografia

Apêndices

Referências

Orelha

Uma vez que o químico forense não tem como prever quais situações especificamente irá encontrar em um determinado dia de trabalho, restringir seus conhecimentos unicamente aos da Química Analítica é certamente um erro de julgamento. Por exemplo, com grande frequência, fluidos de origem biológica são corpos de prova e conhecimentos sólidos em Química Orgânica, incluindo-se os de Bioquímica, são certamente fundamentais. Por outro lado, a fim de, adequadamente, avaliar o acerto ou não da aplicação de determinada técnica a determinado sistema/problema, conhecimentos básicos e atualizados de Físico-Química também são vitais.

Assim, o químico forense precisa ser uma espécie de ‘superquímico’, pois deve possuir não apenas sólidos conhecimentos em todas as subáreas da Química, mas também ter a perspicácia necessária para decidir, em determinado momento, se as análises efetuadas são suficientes para chegar a uma conclusão e, caso contrário, o que ainda precisa ser feito.

É importante lembrarmos que a Química Forense não está apenas vinculada a ocorrências policiais, como assassinatos. Embora esta seja a primeira associação que nos vem à mente, ao pensarmos em Química Forense, é preciso saber que a aplicação dos conhecimentos da Química para subsidiar decisões de natureza judicial ocorre em outras esferas, tais como questões trabalhistas (atividades perigosas ou insalubres), questões relativas ao meio ambiente, dentre outras.

Este pequeno livro introdutório destina-se não apenas aos químicos ou àqueles dedicados à prática de alguma ciência fortemente ligada à atividade pericial/forense, mas a todos os fascinados pela Química e pela Química Forense, em particular.