Dança de Rua

Ana Cristina Ribeiro Silva e Ricardo Cardoso

’Dança de Rua’ vai além de um título, é arte, é vida, é cultura que nasce nas ruas. Vai além de um simples manual sobre “Aprenda a dançar Hip Hop”, envolve arte, cultura e história de muitas vidas que se transformaram. Estuda uma das maiores manifestações culturais, que influenciou e influencia a juventude do mundo inteiro, o Hip Hop.

Apresenta pessoas que nunca imaginaram percorrer o mundo, mostrando uma cultura que nasceu em um bairro pobre, nos Estados Unidos da América, espalhando-se por todo o país e para fora dele. Pessoas que se dedicaram em demonstrar que os guetos eram e são um depósito de talentos. 

Conheça a cultura e apaixone-se, dance...

Márcio Santos
Rapper, advogado, assessor especial de projetos para Hip Hop. 
Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

1a edição
Agosto/2011
R$36,00
Preço de capa
978-85-7670-181-1
ISBN
144
Páginas
14 x 21 cm
Formato
Português
Idioma

Exclusivo para Professores

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Sumário

Prefácio

Introdução

Capítulo 1
Visão Geral da Cultura Hip Hop e sua Dança
Como tudo começou
As ramificações culturais e as nomenclaturas
Hip Hop, Street Dance, Dança de Rua, Breakdancing ou Dança Urbana?
Curiosidade: as turbulências da década de 1960, influências na juventude e na música
A grande influência – o Funk

Capítulo 2
Danças Urbanas: Rocking, Locking, Breaking, Popping, Hip Hop Dance, House Dance, Dance Hall e o Krump
Up Rocking, Rocking, Brooklyn Rock ou Rock Dance
Locking
Breaking – B.Boy/B.Girl
Popping
Freestyle, Newstyle ou Hip Hop Dance
House Dance
Dance Hall, Ragga
Krump e Clowning
Considerações finais

Capítulo 3
Abordagens de Ensino
Danças Urbanas: danças sociais, movimentações, nomenclaturas específicas

Capítulo 4
Competições, Batalhas, Mostras e o Trabalho Artístico
Internacionais
Nacionais

Capítulo 5
Brasil, o que Temos por Aqui?

Capítulo 6
Áreas de Atuação e links sugeridos
Links sugeridos

Considerações Finais

Referências

Sobre os Autores

Orelha

O livro Dança de Rua permite ao leitor reviver, a partir da dança, um dos principais movimentos culturais, o Hip Hop. Com início na década de 1970, principalmente, nos guetos de Nova Iorque, o Hip Hop buscou sua identidade em diferentes manifestações como a música, o grafismo, a dança, dentre outras. A cultura Hip Hop, por meio de diversas linguagens, permitiu a expressão dos jovens que ansiavam estabelecer um possível diálogo em sociedade, vislumbrando, assim, uma maneira de se fazerem presentes. 

Com destaque para “dança de rua” — ou, ainda, com a terminologia apresentada, “dança urbana” — percebe-se uma solidificação da cultura negra e hispânica nos diferentes estilos existentes de “street dance”, como desdobramentos construídos no decorrer do tempo. O livro apresenta os mais praticados estilos: “rocking”“locking”“breaking”,“popping”“freestyle-newstyle-hip hop dance”; “house dance”“dance hall-ragga”;“clowing” e “krump” que são descritos minuciosamente, de seus mentores ao processo do surgimento de cada um deles, relacionando-os às necessidades contextuais e estéticas inseridas em diferentes lugares e momentos históricos.

O livro propõe desenvolver uma reflexão não somente a partir de uma abordagem histórica, mas, sim, referenciar seu conteúdo a partir da experiência e de sua construção. A autora revela, especificamente, um saber construído fundamentalmente com e no corpo que dança.

Ana Cristina e Kiko mostram suas experiências e nos dão pistas de como a disseminação dessa arte acontece no Brasil. Sua reflexão caminha pelos eventos e encontros, no Brasil e no exterior, na definição dos contornos próprios da cultura “Hip Hop”; analisada pela presença do DJ e MC, das batalhas, competições, mostras etc. Ana Cristina se permite, portanto, em seu livro

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