No dia 03/10, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) realizou a primeira fase de apuração do 59º Prêmio Jabuti.

É com muito orgulho que informamos que o livro Monitoramento e Avaliação de Programas Sociais: uma introdução aos conceitos e técnicas, de Paulo de Martino Jannuzzi, está entre os finalistas como melhor livro na categoria Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer.

A apuração para escolha dos vencedores está prevista para o dia 31 de outubro.

 

Sobre o Livro

A magnitude e complexidade dos desafios colocados para as políticas públicas na estruturação de sistemas de proteção social, sobretudo em países com grandes dimensões territoriais e desigualdades regionais como o nosso, têm demandado a elaboração de atividades cada vez mais específicas de compilação, levantamento e organização de dados sobre a realidade social no país; de produção de indicadores de monitoramento da ação governamental e de realização de amplo conjunto de pesquisas de avaliação de programas.

Em tal conjuntura, este livro vem estimular técnicos de programas sociais e pesquisadores a entender a Avaliação como um meio de conhecer mais e melhor os problemas, avanços e desafios das políticas e programas sociais, e a compreendê-la, também, como recurso de aprendizagem organizacional e de mobilização para inovação do desenho e gestão desses programas.

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Matéria muito bacana que saiu no Correio Popular de hoje (26/05/2015) sobre o lançamento do livro Artes e Vicinalidades: entre a gravura, o objeto e a instalação do professor Paulo de Tarso Cheida Sans.

Matéria do Caderno C

 

Artes e Vicinalidades: entre a gravura, o objeto e a instalação

 

Sobre o Livro

Este livro fala sobre a realização de uma produção artística que permeia a gravura, o objeto e a instalação. Para embasamento dos processos criativos, foram escolhidas questões teóricas e processuais de quatro artistas contemporâneos brasileiros, Antonio Henrique Amaral, Arthur Bispo do Rosário, Luise Weiss e Rubem Valentim.

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Na Revista Metrópole desta semana, o professor da PUC- Campinas, Josmar Cappa, fala sobre a importância da ampliação de Viracopos para Campinas e região, tema de seu livro "Cidades e Aeroportos no Século XXI" a ser lançado, pela Editora Alínea, em abril.

Matéria do Caderno C

Cidades e Aeroportos no Século XXI

 

Sobre o Livro

Neste estudo, o aeroporto é analisado como infraestrutura estratégica para o desenvolvimento econômico, diante da economia contemporânea organizada pela grande empresa em redes mundiais de inovação, produção e comercialização de mercadorias. A grande empresa organiza a produção de mercadorias em larga escala no mercado mundial, de forma diversificada e fragmentada, com estoques mínimos regulados pelo sistema just-in-time e pela logística integrada da cadeia de suprimentos. A troca de mercadorias envolve distâncias continentais e nacionais e menos regionais e locais, e necessita de sistema de transporte multimodal.

O trabalho diferencia-se pela perspectiva de análise integrada, na medida em que aborda a organização do transporte aéreo e a dos aeroportos no Brasil como partes do processo de industrialização ocorrido no século XX e, também, como estratégia para a integração regional aérea do país e para a defesa da soberania nacional.

A Região de Campinas (SP) e o Aeroporto Internacional de Viracopos são utilizados como estudo de caso sobre as relações econômicas entre cidades e aeroportos no século XXI. Diferente de outros aeroportos no país, construídos ou ampliados frente à economia do século XX, Viracopos está por ser ampliado, no contexto econômico do século XXI, para tornar-se centro aeroportuário da América Latina.

O intuito da obra é de subsidiar a formulação de políticas públicas de gestão aeroportuária para, de um lado, antever problemas e soluções nas relações entre cidades e aeroportos. De outro, viabilizar a melhor inserção do aeroporto junto à dinâmica urbana e econômica da cidade, com objetivo de utilizá-lo como estratégia de indução do desenvolvimento local e regional para gerar emprego, renda e tributos diante da economia contemporânea.

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A autora do livro Yoga para Crianças, Rosângela Maria Bassoli, em matéria no Caderno C deste sábado (23/03), apresenta os benefícios da prática de Ioga para crianças.

Matéria do Caderno C

 

Yoga para Crianças

 

Sobre o Livro

A descoberta de si e do outro pela prática educativa e sensibilizadora da Yoga: é o que propõe esta obra que fala aos adultos e às crianças, fundamentando, orientando e sugerindo exercícios que extrapolam o benefício físico por falarem à alma dos pequenos praticantes.

Neste mundo competitivo e gerador de padrões estéticos sempre inatingíveis, de rupturas e distorções dos valores éticos, de comportamentos excludentes e individualistas há que se educar as novas gerações para um olhar sensível e generoso para com a vida que pulsa em cada ser vivo e em tudo que promove paz e harmonia.

Foi na literatura que se buscou o diálogo entre a experiência infantil e as virtudes da Yoga. Adaptamos textos clássicos que, nesta obra, aparecem ilustrados e permeados de reflexões, aproximando os leitores dos praticantes dessa arte milenar.

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Sexualidade de cegos

A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), por meio de uma parceria entre o Centro de Educação à Distância (CEAD) e a Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) e com o apoio da Editora Átomo, lançam a edição em braille do livro Sexualidade de Cegos, de Maria Alver de Toledo Bruns.

Em entrevista à Rádio UDESC, Maria Alves falou um pouco sobre o conteúdo do livro e o lançamento em formato braille.

Ouça a entrevista:

Fonte: Radio UDESC

 

Sobre o Livro

A sexualidade nunca foi tão explicitada pela mídia, que com um marketing sempre atualizado associa êxito pessoal e profissional à imagem de um ser humano bem sucedido, realizado e sedutor. Uma espécie de mercadoria, um fetiche ao alcance de todos. Em outras palavras, um tipo de "consumismo do sexo descartável" que se caracteriza pela efemeridade e ausência de compromisso. Nota-se que uma das principais características deste modo fugaz de vivenciar a sexualidade se constitui no privilegiamento do sentido da visão. A velocidade da mídia exige a velocidade do olhar... Inegavelmente, o olhar pode funcionar como uma forma de aproximação, de sedução e de magnetismo no jogo erótico, constituindo uma linguagem universal de atração; ou também de indiferença ou aversão entre as pessoas. O olhar representa um estado inicial de atração, mas o momento seguinte à aproximação vincula-se, também, aos outros sentidos: o tato, a audição, o olfato, que, aliados, compõem a atração pelo objeto desejado como um todo. Nas relações amorosas, o gesto, o toque, a voz, o corpo, o beijo e o cheiro da pessoa amada são percebidos em sua especificidade e totalidade erótica. Nestes momentos, cegos e não-cegos transitam por horizontes singulares e, ao mesmo tempo, semelhantes. Diante dessa realidade, são inúmeras as barreiras a serem ultrapassadas pela pessoa cega, desde a mais tenra idade. O referencial de cognição da pessoa cega centraliza-se, particularmente, na percepção auditiva, tátil, olfativa, fato que não recebeu, ainda, a devida atenção das políticas educacionais, dos meios de comunicação e da sociedade como um todo.

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(Re)descobrindo a Astronomia

Hoje (21/09), a Câmara Brasileira do Livro divulgou os 10 finalistas de cada uma das 29 categorias do 53º Prêmio Jabuti.

É com muito orgulho que informamos que o livro (Re)descobrindo a Astronomia, de Rodolpho Caniato, está entre os finalistas como melhor livro na categoria Ciências Exatas.

A apuração para escolha dos vencedores está prevista para o dia 18 de outubro.

 

Sobre o Livro

A Terra, insignificante na escala de tamanhos na composição do universo, além de conter a matéria de que somos feitos, nos proporciona a possibilidade de contemplar a beleza do céu e entender um pouco das grandes interrogações que ele nos sugere. Daqui, de nossa Terra, podemos, sobretudo, desfrutar o supremo e efêmero bem que é a vida.

Nos tempos em que vivemos, poucas pessoas olham para o céu. O mesmo acontece com a Lua que, ao longo dos séculos, tanto tem inspirado os poetas e enamorados. Dificilmente alguém poderia resistir indiferente à beleza sedutora do céu estrelado e das interrogações com que ele nos confronta. Se você ainda não teve oportunidade, procure ou provoque uma situação em que possa desfrutar dessa bela, barata, saudável e significativa experiência.

O autor não pretende que este livro seja um curso de Astronomia, mas, sim, um passeio panorâmico pelo mundo da história, das ideias e das ferramentas desta ciência.

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Química das Sensações

Hoje (19/06), a Câmara Brasileira do Livro divulgou os 10 finalistas de cada uma das 20 categorias do 49º Prêmio Jabuti.

É com muito orgulho que informamos que o livro Química das Sensações, de Carolina Godinho Retondo e Pedro Faria, está entre os finalistas como melhor livro na categoria Ciências Exatas, Tecnologia e Informática.

A apuração para escolha dos vencedores está prevista para o dia 15 de agosto.

 

Sobre o Livro

As sensações e as percepções nos acompanham em todos os instantos de nossa vida. Sentimos calor, frio, prazer e dor; ouvimos e enxergamos, mas nem sempre entendemos essa capacidade. Utilizamos analgésicos e anestésicos, ingerimos açúcares e adoçantes e, normalmente, não entendemos como essas substâncias agem em nosso organismo. Entender tudo isso é, ao mesmo tempo, interessante, complexo e desafiador.

Com abordagem e linguagem acessíveis e com exemplos que estão presentes na vida de qualquer ser humano, os conceitos da química aparecem entrelaçados com os da física, da medicina (em especial de subáreas como neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, anestesiologia e psiquiatria), da psicologia e da filosofia. Assim, são enfatizados como conhecimentos de áreas específicas que, em muitos casos, parecem estar isolados, interagem de maneira contextualizada. Dessa forma, o livro poderá ser utilizado por profissionais de diversas áreas do conhecimento; também poderá ser usado no ensino superior, como material de referência sobre o assunto, tanto por professores de química, quanto por de áreas afins.

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Memórias de um taxista

No dia 18 de junho de 2007, Jo Soares entrevistou Ruy Morais e Castro, autor do livro Memórias de um taxista. Durante a entrevista, Ruy contou algumas passagens curiosas de sua vida, desde a época em que era que era piloto de avião em Angola, sua terra natal, até se tornar taxista no Brasil.

Assista um trecho da entrevista

 

Sobre o Livro

São histórias do tempo da sua meninice, do tempo em que viveu em Novo Redondo, onde se casou; da época em que serviu o exército, no Huambo ; do tempo em que pilotava e dava instrução nos aviões do Aero Clube do Lobito: do tempo em que, ao serviço das duas maiores cooperativas de habitação portuguesas, numa viagem que levou 11 anos, percorreu Angola toda, de uma ponta à outra, divulgando detalhadamente o trabalho das mesmas.

Muitos portugueses e angolanos, seus amigos há mais de cinqüenta anos, que acompanharam de perto a sua vida em Angola, incentivaram-no a contar, num livro, muitas das histórias que viveu naquela colônia. Ruy Morais e Castro faz-lhes a vontade, hoje, com a publicação deste livro. São histórias verdadeiras, ocorridas consigo, de 1935 a 1975 em Angola e, de 1975 a 2006, no Brasil.

Por fim, histórias passadas em seu táxi, em corridas a partir do Ponto de Táxi da Lagoa do Taquaral e, por último, do Shopping Parque Dom Pedro. Histórias em que muitos dos seus clientes tiveram parte ativa e que, depois de ouvirem e aplaudirem as gravações das mesmas, feitas pelo Ruy no pequeno gravador que sempre o acompanha, o incentivaram a escrevê-las e a publicá-las.

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Mazzaropi: O Jeca do Brasil

Em 2002, Jô Soares entrevistou Glauco Barsalini, autor do livro Mazzaropi: O Jeca do Brasil. Durante a entrevista, Glauco contou alguns episódios e curiosidades sobre a vida e o trabalho desse grande ator e cineasta brasileiro.

Assista um trecho da entrevista

 

Sobre o Livro

Durante mais de vinte anos, Mazzaropi foi um dos principais produtores do cinema nacional. Ator genial e empresário astuto, o comediante atuou em 32 filmes, tendo antes acumulado uma vasta experiência no circo, teatro, rádio e televisão. Glauco Barsalini descortina, nessa importante obra, as influências artísticas que levaram à construção do personagem caipira de Mazzaropi, os segredos do sucesso do Jeca e de seu criador e as relações simbólicas entre tal personagem e o universo social, econômico, político e cultural de sua época.

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